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“A gente precisa se ver na tela”: a etnografia como um jeito de olhar a cidade
Na minha pesquisa, refleti sobre o papel dos cineclubes da Baixada Fluminense na produção de novas representações sobre a periferia e de vínculos que sustentam essa territorialidade Artigo produzido para a coletânea Opina Rio (número 9), coordenada por Bruno Leonardo Barth Sobral Era uma noite de quarta-feira, 11 de dezembro de 2019. Eu e mais de 50 pessoas tínhamos um encontro marcado no Gomeia Galpão Criativo para uma sessão do Mate com Angu, cineclube de Duque de Caxias, n

Renata Melo
há 2 horas5 min de leitura
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